O
aumento
no
número
de
vereadores
ficou
para a
próxima
legislatura,
entretanto,
a
redução
do
duodécimo
já
entrou
em vigor
deste
janeiro.
Essa
redução
obrigou
os
presidentes
das
Câmaras
Municipais
da
região a
promoverem
um
enxugamento
das
despesas,
exonerando
assessores
parlamentares
e
ocupantes
de
cargos
comissionados
e em
alguns
casos,
até
redução
nos
vencimentos
dos
próprios
vereadores,
com o
objetivo
de
adequar
as
despesas
à nova
realidade
financeira
das
casas
legislativas,
até
porque,
existe
um
percentual
a ser
cumprido
em
relação
às
despesas
com
pessoal.
Em
Cajazeiras,
o
presidente
Marcos
Barros
chegou a
determinar
o
fechamento
da casa
no
período
da
tarde,
quarta,
quinta e
sexta,
como
forma de
economizar
energia.
Marcos
disse
que já
há
jurisprudência
em
relação
ao
assunto,
pois no
Mato
Grosso,
uma
decisão
judicial
entendeu
que a
redução
do
duodécimo
também
só
poderia
entrar
em vigor
na
próxima
legislatura.
Segundo
alguns
advogados,
a saída
será uma
entidade
que
represente
os
vereadores
no País
entrar
com uma
ação no
Supremo
Tribunal
Federal,
para que
ele se
posicione
relação
à
entrada
em vigor
da
emenda.
Muitos
vereadores
criticaram
duramente
os
deputados
e
senadores
por
causa da
aprovação
da
matéria.
”Cadê
que eles
reduzem
os
salários
deles,
verbas
de
gabinete
e
assessores
e outras
mordomias
que têm
direito”
criticou
um
vereador.
Na
realidade,
segundo
alguns
analistas,
devia
ter
ocorrido
uma
mobilização
por
parte
dos
vereadores,
antes da
aprovação
da PEC,
como se
mobilizaram
os
suplentes
pela
aprovação
no
aumento
de
cadeiras.
Para
UIRAUNA.NET
- JOSÉ
RONILDO